quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Presidenta Dilma chega à França para participar da Cúpula do G20

Por Blog do Planalto


Presidenta Dilma desembarca em Nice, na França, de onde segue para Cannes.
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff desembarcou nesta tarde em Nice, na França, de onde seguiu para Cannes para participar da VI Cúpula do G20, realizada na cidade até a próxima sexta-feira (4).
ONUDurante os dias 3 e 4, os chefes de Estado e de Governo do G20 se reunirão em sete sessões de trabalho, nas quais serão discutidos temas como crise financeira internacional, crescimento econômico, geração de emprego, reforma do sistema monetário, comércio internacional, regulação financeira, mudanças climáticas e governança global.
Ontem, ao participar da entrega do prêmio As Empresas mais Admiradas do Brasil, oferecido pela revista Carta Capital, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que, na ausência de crescimento, é impossível alcançar efetivamente a sustentabilidade fiscal. Ela ressaltou que os países em desenvolvimento têm feito sua parte e demonstrado que é possível crescer com as contas públicas equilibradas ao mesmo tempo em que se prioriza a geração de emprego e a distribuição de renda.
“Por isso, a posição que o Brasil levará a Cannes é que o G20 deve agir propondo tanto medidas financeiras urgentes e emergenciais como também um plano de sustentação do crescimento e do emprego. Cabe ao G20 ajudar a restabelecer a confiança no retorno do crescimento, em especial das economias desenvolvidas, porque nós somos capazes de fazer a nossa parte por nós mesmos”, destacou.
O G20 foi estabelecido em 1999, como consequência das crises de balanço de pagamentos ocorridas ao longo da década de 90. O mecanismo reunia as autoridades financeiras dos 20 países desenvolvidos e em desenvolvimento mais importantes, com o objetivo de cooperar em temas técnicos de natureza econômica e financeira. A partir de 2008, em reconhecimento da necessidade de cooperação internacional ampliada para superar a crise financeira nos países desenvolvidos, passou a reunir-se em nível de chefes de Estado e Governo.

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